Visão da encosta da montanha em Black Mountains

O Klipspringer de Black Mountain

28 de Novembro de 2018

No oeste da África do Sul, na província do Cabo Setentrional, está Aggeneys, uma pequena cidade mineradora que foi criada em 1976 em uma fazenda com o mesmo nome. A geologia dessa região é uma das mais diversificadas em toda África do Sul, e também apresenta algumas das mais elevadas concentrações de metais básicos no país. Sobretudo zinco, cobre e chumbo estão sendo extraídos aqui, mas também há prata no solo.

Sinalização na estrada dando as boas-vindas a Aggeneys.

A Hall Core Drilling é uma empresa de perfuração que opera em vários países no continente africano. A empresa foi fundada em 2000 e começou com apenas uma unidade de perfuração. Hoje, eles têm 36 unidades de perfuração em funcionamento e empregam cerca de 250 pessoas. Em Aggeneys, o foco está em Black Mountain e na busca de metais básicos.

Ao subir as colinas em Black Mountain, parece que você está em outro planeta. Além de algumas áreas montanhosas, os arredores são vastos e planos. O solo é seco e avermelhado. Dependendo da época do ano e da quantidade de chuvas, é quase totalmente estéril. Se tiver sorte, poderá vislumbrar o Klipspringer, um antílope vivendo neste inóspito local. A evolução fez do Klipspringer um excelente alpinista, característica que compartilha com as unidades de perfuração de exploração a céu aberto que estão sendo bem aproveitadas aqui.

O local é formado por montanhas com vales que as conectam. Neste local de trabalho específico existem duas unidades de perfuração em funcionamento. Um no vale e outro no topo do lado da montanha. A unidade no vale é um modelo mais antigo da unidade de perfuração a céu aberto Boyles C6C, da Epiroc. Esta unidade, habitualmente, perfura orifícios de 200 metros de profundidade em poucos dias e então é movida para uma nova localização no vale. A profundidade dos furos e a distância entre eles são responsabilidade do geólogo responsável pelo local, que analisa as principais amostras levantadas pelos quatro homens da equipe de perfuração. A própria equipe é como uma máquina bem lubrificada, trabalhando juntos de maneira sincronizada. Observando os dois assistentes, o corewriter e o operador executando suas respectivas tarefas, vem à mente um balé bem coreografado.

No local de perfuração na encosta da montanha, encontramos uma nova unidade de perfuração Boyles C6C da Epiroc. Esta tem a nova unidade de rotação Durahead de 2 engrenagens, instalada como equipamento padrão da fábrica na Suécia. Esta unidade perfura um pouco mais profundo, geralmente os furos são em torno de 400 metros.

"Estas unidades estão de acordo com os padrões. A nova unidade de rotação Durahead é muito superior à que vimos antes e toda a carreta de perfuração é mais forte, mais bem projetada e possui menos problemas. Você realmente aumenta seus lucros com esta unidade."

Hennie Eybers, Supervisor do local, Hall Core Drilling
A unidade de rotação Durahead na Boyles C6C.

Marie Bergman é a Gerente Global de Produtos da série Boyles da Epiroc. Ela está muito satisfeita com a forma como a nova unidade de rotação funciona nas unidades neste local.

"A unidade de rotação Durahead tem muitas vantagens. A principal é que ela não tem uma corrente. Possui apenas uma marcha alta e uma baixa que facilita a vida das perfuradoras. O fato de ter uma vedação eficaz que impede a entrada de água e de lama na caixa de engrenagens representa um verdadeiro reforço de confiabilidade. Além disso, a manutenção desta unidade de rotação é muito fácil, graças às sete graxeiras e à posição dos filtros de óleo lubrificante", afirma Marie.

"A unidade de rotação é um equipamento importante", afirma Grant Benson, Especialista de Produtos da Epiroc. E ele continua: "A manutenção nestas máquinas é muito fácil e aqui na África do Sul percebemos que o número de interrupções é mínimo. Em um local como este, a confiabilidade é um fator fundamental."

Mpho Kobane documenting in a binder on top of the core sample box.

Mpho Kobane é o corewriter na equipe que trabalha na encosta da montanha com a Boyles C6C. Assim como seus colegas no vale, ele faz parte de um grupo de perfuradores dedicados. Além de garantir que a unidade de perfuração esteja funcionando da maneira adequada, um corewriter também lida com os testemunhos recuperados do solo.

Mpho coloca as amostras em caixas especialmente projetadas e as identifica com o objetivo de acompanhar seu andamento e facilitar as análises do geólogo.

"Só tenho coisas boas a dizer sobre esta unidade. Ela nos permite ser muito rápidos ao deslocar as hastes. Quebrá-las é fácil. Além disso, eu realmente gosto do painel de controle e dos visores. Ele nos mostra tudo o que precisamos saber sobre o estado da unidade de perfuração. Resumindo, é muito agradável trabalhar com esta unidade de perfuração", afirma Mpho.

Assim, o que a Boyles C6C tem em comum com o Klipspringer, o antílope de montanha da África do Sul? Bem, a inclinação da colina, que vai até o local atual em que está a perfuratriz da encosta da montanha, foi medida a uma média de 27°. Sua seção mais íngreme foi medida a 29°. Graças ao seu forte desempenho de locomoção, a Boyles C6C subiu a colina sozinha.

Exatamente como um Klipspringer de Black Mountain.

Colina que vai até a Boyles C6C na encosta da montanha em Aggeneys, África do Sul.

Boyles C6 Divisão de Perfuração de Exploração e a Céu Aberto 2018 Relato de cliente África do Sul International Boyles C6C